segunda-feira, 16 de abril de 2012

Terça Crônia Bienal do Livro



O Terça Crônica estreou na histórica 1 Bienal do Livro e da Leitura em Brasília, com a presença da cronista Conceição Freitas. Estudantes de escolas públicas e público variado compareceram à Arena Jovem a fim de ouvir leituras dramatizadas feitas por Jones de Abreu e canções de Alex de Souza.  

terça-feira, 10 de abril de 2012

1ª BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LEITURA





BRASÍLIA, DE 14 A 23 DE ABRIL DE 2012. ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS. ENTRADA FRANCA.

As delícias das crônicas


Projeto Terça Crônica mistura leituras dramatizadas com interpretações de canções na Arena Jovem da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura

A crônica deve ser um copo de água fresca, limpa e luminosa”. A frase do poeta Vinicius de Moraes inspira o Terça Crônica, que, a partir de leituras dramatizadas e interpretações de canções, envolve a plateia com a sedução dos textos curtos e inspirados no dia a dia. Em formato de um talk-show ao vivo, o ator Jones de Abreu e o músico Alex de Souza criam uma atmosfera leve e descontraída, na qual espectador é estimulado a perceber as delícias das crônicas publicadas nos jornais, sites e revistas semanais.
É nesse clima que o projeto aporta na Arena Jovem, da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, dias 16 e 17 de abril, às 14h, com entrada franca. Ao centro, estarão os cronistas de Brasília: Conceição Freitas (dia 16) e José Carlos Vieira (dia 17) para falar sobre processo de criação, linguagem, estilo e o gosto pela escrita.  Também serão lidas crônicas de Drummond e Luis Fernando Verissimo. “O projeto tem forte comunicação com a plateia, que se emociona, ri e reflete sobre as crônicas lindas. Aproveitamos para interpretar canções de compositores brasileiros (Noel Rosa, Cartola, Tim Maia, Dolores Duran e Alex Souza) e falarmos também sobre vida e obra de cada um”, destaca Jones de Abreu, idealizador do projet
o.        
Realizado sempre com entrada franca desde 5 de agosto de 2008, em Brasília, com a presença física de cronistas locais e convidados, o Terça Crônica fez temporada de casa cheia no Teatro Goldoni, seguiu em temporada por Taguatinga e Ceilândia, apresentou-se na Feira do Livro de Brasília 2010, desdobrou-se no Quinta Crônica na Câmara dos Deputados e inspirou a criação do programa Cantos das Letras (TV Câmara). “Estimular a  leitura é, portanto, investir na formação de público potencial aos livros. É acreditar na capacidade de progressão do leitor que, atraído por textos saborosos, lança-se a voos mais altos, como o romance. Essa é alma do Terça Crônica”, acredita Jones de Abreu. 



TERÇA CRÔNICA

DIAS 16 E 17 DE ABRIL, ÀS 14H, NA ARENA JOVEM DA 1ª BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LEITURA (ESTRUTURA MONTADA NA ESPLANADA). COM JONES DE ABREU E ALEX DE SOUZA. PARTICIPAÇÕES DE CONCEIÇÃO FREITAS E JOSÉ CARLOS VIEIRA. ENTRADA FRANCA.  

sábado, 16 de outubro de 2010

TERÇA CRÔNICA NA 29ª FEIRA DO LIVRO DE BRASÍLIA




Crônica e poesia em discussão. Hoje, a partir das 19h, na 29ª edição Feira do Livro de Brasília, Jones de Abreu (Jones Schneider) intermedia encontro entre a cronista do Correio Conceição Freitas e a poetisa Gracia Cantanhede. O evento, programado para ocorrer no palco da Secretaria de Cultura do GDF, é realizado pelo projeto Terça crônica, que procura debater a obra e o processo de criação de cronistas da cidade e de outras regiões.



Schneider, com o músico Alex (D), parceiro no projeto: A feira é um espaço inusitado. Um espaço aberto

Schneider espera a participação ativa do público nas apresentações. “Converso com o cronista sobre qual a relação dele com a literatura, o que o leva a escrever, e os principais temas. A feira é um espaço inusitado, porque a gente não sabe o que pode acontecer. É um espaço aberto. Talvez as pessoas se sintam mais íntimas a ponto de querer participar”, conta.

Enquanto Conceição Freitas escreve majoritariamente sobre a capital e é por ela inspirada, Gracia, que também é cronista, mistura memórias da infância vivida no sul de Minas Gerais, em Campos Gerais, com suas impressões sobre a cidade que a acolheu na vida adulta. “Brasília é uma vivência de mulher adulta, que trouxe coisas de outros lugares. Aqui me realizei como mulher, mãe e profissional. Eu sou fácil para gostar das coisas, todo lugar acho interessante. Imagine aqui, onde realizei tanta coisa!”, explica Gracia. A poesia escrita pela mineira é menos tributária do estilo clássico e mais próxima da ambientação de uma crônica, resultado da observação e do registro do cotidiano.

Conceição, no espaço Crônica da Cidade, do Correio, reflete sobre tudo que vê e lhe chama a atenção: personagens, histórias e mudanças. Aquilo que a espanta, tanto no centro como nas regiões administrativas, também costuma ser traduzido por meio das crônicas. “O que tento fazer é mostrar o que estou vendo. É meu modo de decifrar a cidade. A crônica tem esse olhar impressionista e intimista”, revela.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Nº 11 - 14/10/2008


Jones Schneider (Jones de Abreu) recebe Roberto Klotz
e Alex Souza interpreta Caetano Veloso


Roberto Klotz


Caetano Veloso


Com entrada franca, Terça Crônica acolhe as narrativas de Roberto Klotz e as canções de Caetano Veloso.

TERÇA CRÔNICA (14 de outubro). Direção e atuação Jones Schneider (Jones de Abreu). Participação: Alex Souza (voz e violão) e Roberto Klotz. Leituras dramatizadas de crônicas de Roberto Klotz e canções de Caetano Veloso, às 21h, no Teatro Goldoni (Casa D´Itália, 208/209 Sul, entrada pelo Eixinho L. 3443-0606). Entrada franca. Não recomendado para menores de 14 anos.

Há um caso de amor entre Roberto Klotz e o Terça Crônica. Na noite de estréia, o escritor se encantou tanto com o aconchego do projeto, que desejou fortemente ver as suas histórias dramatizadas no palco. Ao terminar a apresentação, respirou fundo, criou coragem e foi perguntar ao ator e diretor Jones Schneider se gostaria de conhecer os escritos dele. Dez edições se passaram e o fiel espectador prepara-se para trocar de papel. No próximo dia 14 de outubro, às 21h, no Teatro Goldoni, ele sentará ao lado de Jones de Abreu e Alex de Souza para ouvir e falar sobre as narrativas que saíram da cabeça. Em seu terceiro mês de atividade, o Terça Crônica tem estimulado público à leitura. Idealizador do projeto, Jones Schneider tem recebido livros de escritores da cidade. Além disso, espectadores enviam crônicas para serem lidas na noite. 'Nos relatos que recebo, fica claro que a platéia saí do teatro com o gostinho de quero mais.
Patrocínio: Rayuella e Gráfica Charbel. Apoio: Fundação Assis Chateaubriand, Correio Braziliense e Escola Parque da 313/314 Sul. Realização: Marta Aguiar, NAC e Criaturas Alaranjadas Produções Artísticas.

Nº 10 - 07/10/2008


Chico Buarque de Hollanda


José Carlos Vieira (foto) tem a poesia como meio de
sobrevivência. “Se não escrevo, morro.
Por isso, tudo me ilude e me inspira
depois de duas garrafas de vinho”,
brinca o colunista do Correio,
homenageado no Terça Crônica desta semana.
Na edição de hoje do projeto, às
21h, no Teatro Goldoni (Casa D’Itália, 208/209 Sul),
o poeta, jornalista e escritor fala
sobre vida e criação literária.
“Uso a palavra para sabotar esse modelo
estéril, infecundo, que nos obrigam a viver toda vez
que ligamos a tevê, por exemplo”, afirma.
“Existe rebeldia maior que
falar de amor, de namorar, de querer parar o tempo?
Não gosto dessa ‘vida repartição pública’,
de dizer eu te amo por memorando.
Gosto do afeto, as pessoas precisam
exercitar o terrorismo do afeto.”
Além do bate-papo com o ator
e diretor Jones Schneider – que fará leituras
dramatizadas das narrativas de Vieira –,
músicas de Chico Buarque serão interpretadas
pelo cantor e violonista Alex Souza.
A entrada é franca. Não recomendado para
menores de 14 anos.

Com entrada franca, Terça Crônica acolhe as histórias de José Carlos Vieira e as canções de Chico Buarque de Hollanda


Filho do rock dos anos 1980, letrista de banda punk e poeta de muros do DF, José Carlos Vieira levou para as crônicas o gosto pela rebeldia ao cotidiano. As narrativas que tratam de encontros e desencontros fustigam o que ele chama de escaramuças para fugir da rotina, besta, burocrática e ultrajante. “Uso a palavra para sabotar esse modelo de vida estéril, infecundo que nos obrigam a viver toda vez que ligamos a tevê, por exemplo. Existe rebeldia maior que falar de amor, de namorar, de querer parar o tempo? Não gosto dessa vida de repartição pública. Gosto do afeto, as pessoas precisam exercitar o terrorismo do afeto”, conta o escritor, poeta e jornalista.


O Terça Crônica do dia 7 de outubro acolhe, às 21h, no Teatro Goldoni, a escrita inquieta de José Carlos Vieira e mistura a canções do poeta Chico Buarque de Hollanda. Em clima de talk-show, o ator e diretor Jones Schneider fará leituras dramatizadas das narrativas do escritor, enquanto o cantor, compositor e violonista Alex Souza interpreta obras de Chico. Entre os dois, estará José Carlos Vieira que contará sobre vida e criação literária. “Trato o gênero crônica com carinho e com inveja de Rubem Braga e tenho a poesia como meio de sobrevivência. Se não escrevo, morro. Por isso, tudo me ilude e me inspira depois de duas garrafas de vinho”, brinca.


Com essa boa dose de humor, o Terça Crônica entra em seu terceiro mês de vida como um dos projetos de estímulo à leitura mais bem-sucedidos do DF. Misturando crônicas, canções e informações sobre os criadores homenageados, o idealizador do projeto Jones Schneider (Jones de Abreu) e o músico Alex Souza comandam espetáculo que tem conquistado público e crítica pela leveza e simplicidade.


Com entrada franca para acentuar o compromisso com a inclusão socio-educativa, o Terça Crônica quer migrar para as escolas instigando alunos do ensino médio e fundamental a se encontrar com os livros.

Nº 09 - 30/08/2008


Carlos Eduardo Novaes





Com entrada franca, Terça Crônica evoca as cítricas histórias de Carlos Eduardo Novaes e as agridoces canções de Assis Valente


O jornalista e escritor Carlos Eduardo Novaes costuma comparar as crônicas que escreve a laranjas. Ao longo de carreira produtiva nos principais jornais brasileiros, ele semeou um pomar literário, cujos frutos saborosos e cítricos (ou críticos) correm o mundo prontos para ser degustados: "Doces ou azedos; consumidos em gomos ou em pedaços, na poltrona de casa, ou prontos para virar suco, espremidos na sala de estar", sugere o criador. Na próxima edição do Terça Crônica, dia 30 de setembro, as suculentas crônicas do autor serão servidas à platéia do Teatro Goldoni (Casa D´Itália/ 208/209 Sul).Idealizador do projeto, o ator e diretor Jones Schneider (Jones de Abreu) prepara delicioso menu de leitura dramática.


Com entrada franca, o público vai conferir, às 21h, histórias inteligentes e engraçadas, que serão permeadas pelas composições agridoces de Assis Valente, interpretadas pelo cantor e compositor Alex Souza, que já viveu Assis Valente, no musical Salve o prazer, de Hugo Rodas. Ao lado dos dois, estará a atriz Dina Brandão (que recebeu a menção honrosa pela atuação no curta Dona Custódia, de Adriana de Andrade, no Festival de Miami). Dina falará da vida, da obra e do estilo de Carlos Eduardo Novaes. "Será um encontro prazeroso. Eu, Alex, as crônicas de Carlos Eduardo Novaes, as canções de Assis Valente e a Dina Brandão, uma das mais importantes atrizes do teatro de Brasília", avalia Jones de Abreu.


Com patrocínio do Rayuella (412 Sul) e da gráfica Charbel, Terça Crônica é produzido por Marta Aguiar, NAC e Criaturas Alaranjadas Produções Artísticas. O público receberá um cupom de desconto para consumo no bistrô e restaurante Rayuella e haverá sorteio de um livro. Semanal, o projeto tem movimentado as noites de terça na cidade, chamando a atenção do público e da imprensa por conciliar informação, entretenimento e acesso cultural.

Nº 08 - 23/09/2008


Luis Fernando Verissimo



Adoniran Barbosa




Com entrada franca, Terça Crônica dá voz às deliciosas histórias de Luis Fernando Verissimo e às canções de Adoniran Barbosa



As crônicas de Luis Fernando Verissimo sempre desejaram pular do papel. De tão vivas, migraram para o palco e para tevê na série A Comédia da Vida Privada. O ator, diretor e arte-educador Jones Schneider (Jones de Abreu) descobriu a força narrativa da obra de Verissimo, na década de 1990, quando resolveu transformá-la em esquetes nas turmas de iniciação teatral. Montou vários quadros em salas de aula do ensino público e em grupos especiais, como o de meninos de rua. Por isso, o Terça Crônica do dia 23 de setembro vai ter um gostinho a mais de intimidade. "A teatralidade e o humor dessas histórias são perfeitas para o projeto", adianta o ator, que dramatizará historietas como a do encontro de duas pessoas que dialogam sem as palavras chegarem à boca.

Com entrada franca, o Terça Crônica, que acontece às 21h, no Teatro Goldoni (Casa D´Itália) terá a participação da atriz Rita Bugueta, que também fará leituras, e do cronista Roberto Klotz, que falará sobre o estilo e a linguagem de Verissimo. Na outra ponta do palco, o músico Alex Souza conduzirá canções do mestre do samba paulista Adoniran Barbosa. "Nesse encontro, vejo o quanto Verissimo e Adoniran são populares", observa Jones de Abreu.

Com público cativo e crescente, o Terça Crônica firma-se como um projeto vitorioso, que tem atraído platéia diversificada e sedenta para ouvir crônicas e canções de qualidade. "É um programa divertido, leve com clima de talk show", pontua Jones de Abreu, idealizador do projeto. O evento é produzido pelo NAC e Criaturas Alaranjadas Produções Artísticas.


TERÇA CRÔNICA (23 de setembro)Direção e atuação Jones Schneider (Jones de Abreu). Participação: Alex Souza (voz e violão), Rita Bugueta e Roberto Klotz. Leituras dramatizadas de crônicas de Luis Fernando Verissimo e canções de Adoniran Barbosa, às 21h, no Teatro Goldoni (Casa D´Itália, 208/209 Sul, entrada pelo Eixinho L. 3443-0606). Entrada franca.