quarta-feira, 18 de abril de 2012

Terça Crônica na I Bienal do Livro e da Leitura


fotos: Oswaldo Reis


Conceição Freitas, Cronista do Correio, encantada com crônicas e canções

Terça Crônica Bienal do Livro e da Leitura

I



Fotos de Oswaldo Reis


José Carlos Vieira derrama suas crônicas poéticas ao lado de Isolda Marinho, Jones de Abreu e Alex Souza

terça-feira, 17 de abril de 2012

Flashe da I Bienal do Livro e da Leitura - Terça Crônica



José Carlos Vieira (centro) cercado por Alex Souza (violão), Isolda Marinho (poeta) e Jones de Abreu (ator)  

Arena Jovem da 1 Bienal do Livro e da Leitura



Casa cheia para ver o Terça Crônica com a presença do Cronista José Carlos Vieira. Estudantes criam uma crônica ao vivo




O músico Alex Souza se prepara para entrar em cena.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Terça Crônia Bienal do Livro



O Terça Crônica estreou na histórica 1 Bienal do Livro e da Leitura em Brasília, com a presença da cronista Conceição Freitas. Estudantes de escolas públicas e público variado compareceram à Arena Jovem a fim de ouvir leituras dramatizadas feitas por Jones de Abreu e canções de Alex de Souza.  

terça-feira, 10 de abril de 2012

1ª BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LEITURA





BRASÍLIA, DE 14 A 23 DE ABRIL DE 2012. ESPLANADA DOS MINISTÉRIOS. ENTRADA FRANCA.

As delícias das crônicas


Projeto Terça Crônica mistura leituras dramatizadas com interpretações de canções na Arena Jovem da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura

A crônica deve ser um copo de água fresca, limpa e luminosa”. A frase do poeta Vinicius de Moraes inspira o Terça Crônica, que, a partir de leituras dramatizadas e interpretações de canções, envolve a plateia com a sedução dos textos curtos e inspirados no dia a dia. Em formato de um talk-show ao vivo, o ator Jones de Abreu e o músico Alex de Souza criam uma atmosfera leve e descontraída, na qual espectador é estimulado a perceber as delícias das crônicas publicadas nos jornais, sites e revistas semanais.
É nesse clima que o projeto aporta na Arena Jovem, da 1ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, dias 16 e 17 de abril, às 14h, com entrada franca. Ao centro, estarão os cronistas de Brasília: Conceição Freitas (dia 16) e José Carlos Vieira (dia 17) para falar sobre processo de criação, linguagem, estilo e o gosto pela escrita.  Também serão lidas crônicas de Drummond e Luis Fernando Verissimo. “O projeto tem forte comunicação com a plateia, que se emociona, ri e reflete sobre as crônicas lindas. Aproveitamos para interpretar canções de compositores brasileiros (Noel Rosa, Cartola, Tim Maia, Dolores Duran e Alex Souza) e falarmos também sobre vida e obra de cada um”, destaca Jones de Abreu, idealizador do projet
o.        
Realizado sempre com entrada franca desde 5 de agosto de 2008, em Brasília, com a presença física de cronistas locais e convidados, o Terça Crônica fez temporada de casa cheia no Teatro Goldoni, seguiu em temporada por Taguatinga e Ceilândia, apresentou-se na Feira do Livro de Brasília 2010, desdobrou-se no Quinta Crônica na Câmara dos Deputados e inspirou a criação do programa Cantos das Letras (TV Câmara). “Estimular a  leitura é, portanto, investir na formação de público potencial aos livros. É acreditar na capacidade de progressão do leitor que, atraído por textos saborosos, lança-se a voos mais altos, como o romance. Essa é alma do Terça Crônica”, acredita Jones de Abreu. 



TERÇA CRÔNICA

DIAS 16 E 17 DE ABRIL, ÀS 14H, NA ARENA JOVEM DA 1ª BIENAL BRASIL DO LIVRO E DA LEITURA (ESTRUTURA MONTADA NA ESPLANADA). COM JONES DE ABREU E ALEX DE SOUZA. PARTICIPAÇÕES DE CONCEIÇÃO FREITAS E JOSÉ CARLOS VIEIRA. ENTRADA FRANCA.  

sábado, 16 de outubro de 2010

TERÇA CRÔNICA NA 29ª FEIRA DO LIVRO DE BRASÍLIA




Crônica e poesia em discussão. Hoje, a partir das 19h, na 29ª edição Feira do Livro de Brasília, Jones de Abreu (Jones Schneider) intermedia encontro entre a cronista do Correio Conceição Freitas e a poetisa Gracia Cantanhede. O evento, programado para ocorrer no palco da Secretaria de Cultura do GDF, é realizado pelo projeto Terça crônica, que procura debater a obra e o processo de criação de cronistas da cidade e de outras regiões.



Schneider, com o músico Alex (D), parceiro no projeto: A feira é um espaço inusitado. Um espaço aberto

Schneider espera a participação ativa do público nas apresentações. “Converso com o cronista sobre qual a relação dele com a literatura, o que o leva a escrever, e os principais temas. A feira é um espaço inusitado, porque a gente não sabe o que pode acontecer. É um espaço aberto. Talvez as pessoas se sintam mais íntimas a ponto de querer participar”, conta.

Enquanto Conceição Freitas escreve majoritariamente sobre a capital e é por ela inspirada, Gracia, que também é cronista, mistura memórias da infância vivida no sul de Minas Gerais, em Campos Gerais, com suas impressões sobre a cidade que a acolheu na vida adulta. “Brasília é uma vivência de mulher adulta, que trouxe coisas de outros lugares. Aqui me realizei como mulher, mãe e profissional. Eu sou fácil para gostar das coisas, todo lugar acho interessante. Imagine aqui, onde realizei tanta coisa!”, explica Gracia. A poesia escrita pela mineira é menos tributária do estilo clássico e mais próxima da ambientação de uma crônica, resultado da observação e do registro do cotidiano.

Conceição, no espaço Crônica da Cidade, do Correio, reflete sobre tudo que vê e lhe chama a atenção: personagens, histórias e mudanças. Aquilo que a espanta, tanto no centro como nas regiões administrativas, também costuma ser traduzido por meio das crônicas. “O que tento fazer é mostrar o que estou vendo. É meu modo de decifrar a cidade. A crônica tem esse olhar impressionista e intimista”, revela.